"Vamos criar uma base de dados do património imaterial"

Entrevista com o diretor-geral do Património Cultural, Nuno Vassalo e Silva, no dia em que começam as Jornadas Europeias do Património.

Lina Santos

Estas são as suas primeiras Jornadas Europeias do Património como diretor-geral do Património Cultural [DGPC]. O que foi preparado?

Escolhemos como tema Património: sempre uma descoberta, um convite para a redescoberta tanto do património tangível como do intangível, que neste ano ainda não está como queria. Queremos chamar a atenção sobre o rico mosaico da cultura europeia, combater o racismo e a xenofobia, dentro e fora das fronteiras da Europa. Defendemos a cultura como um mecanismo de resposta aos desafios económicos e sociais da Europa. Somos o catalisador da programação. Há um site em que se reuniram 310 entidades públicas e privadas - câmaras, associações, grupos de cidadania - em 130 concelhos, para 500 iniciativas.

O que tem sido feito no que diz respeito ao património imaterial?

Vamos criar uma base de dados, definir o que é. Há um setor nos bens culturais dedicado ao património imaterial.

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