A segunda vida dos romances passa pela banda desenhada

Passar Camus e Saramago a desenho não é um desafio fácil, tal como refazer a vida de Bertrand Russel numa novela gráfica.

Que leitor não inventou na sua cabeça um cenário inspirado numa aventura entre as personagens de um romance que gostou muito de ler... Mesmo que as páginas escritas de um livro não permitam ir além da imaginação, no entanto se o livro for transposto para banda desenhada pode ser que o leitor concretize essa vontade de saber e ver como seria. É o caso de dois "clássicos" que chegam esta semana às livrarias: O Estrangeiro, de Albert Camus, e A Viagem do Elefante, de José Saramago.

O narrador, José Saramago, surge na história desenhada por João Amaral

Uma recriação gráfica que permite uma segunda vida aos dois romances, como espera que venha a acontecer o autor da adaptação da obra do escritor português, João Amaral: "Se conseguir leitores que gostam da adaptação e fiquem curiosos sobre o original já estou satisfeito porque cumpri a missão."

O rebelde protagonista de Albert Camus opõe-se ao regime judicial e ganha o rosto que não possuía

Se dúvidas houvesse, dá como exemplo a experiência anterior com o livro A Voz dos Deuses, de João Aguiar, em que ouviu várias reações nesse sentido.

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