Hoje é o grande dia dos autógrafos na Feira do Livro

Todos os dias estão escritores na Feira do Livro de Lisboa, mas hoje há uma invasão pouco habitual de autores. É o dia perfeito para autografar o livro do autor que gosta.

A programação do primeiro fim de semana da Feira do Livro é como o slogan da antiga revista Tintim: dos 7 aos 77. No entanto, se consultarmos todas as iniciativas, a idade poderá ser qualquer uma, pois tanto há propostas para bebés como para os mais velhos, apesar de serem as famílias o principal alvo. É o caso dos vinte pais que deixaram os filhos ir acampar na Estufa Fria ontem à noite e os têm de ir buscar esta manhã. Se além de terem ouvido muitas histórias, as crianças tiverem dormido, podem ainda passar uma parte do dia a visitar a Feira do Livro porque Nuno Caravela, o autor de O Bando das Cavernas (mais de 80 mil exemplares vendidos), vai ensinar como os seus livros nascem, e a orquestra Associação Musical Amigos das Crianças dará um concerto intitulado A Girafa que Comia Estrelas, espetáculo baseado num texto de José Eduardo Agualusa. Estarão pela Feira muitos outros autores infanto-juvenis: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, António Torrado, Gabriela Ruivo Trindade e Rute Reimão, Cristina Norton e Danuta Wojciechowska, entre outros.

A partir das 15 horas, começa o ponto alto deste fim de semana da Feira do Livro: a presença de dezenas de autores para autografar e conversar com os leitores. Não esquecer que a Feira é do Livro e o resto é complementar ao principal objetivo da 86ª edição, a divulgação da literatura. Pode-se avançar que hoje irá acontecer uma das maiores e melhores concentrações de escritores portugueses - e estrangeiros também - no Parque Eduardo VII. A lista é grande e enumera-se apenas uns poucos: J. Rentes de Carvalho, José Luís Peixoto, David Machado, João Tordo, Domingos Amaral, Moita Flores, João Ricardo Pedro, Miguel Real, João de Melo, Pepetela, Inês Pedrosa, Maria Manuel Viana, Patrícia Reis e Rita Ferro. Pelas 18.00, será a vez de um dos maiores autores irlandeses, John Banville, num debate com Helena Vasconcelos.

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