Há arte urbana fresquinha no cimo da Calçada da Glória

De elevador da Glória até ao Bairro Alto e à renovada Galeria de Arte Urbana. São sete trabalhos de grandes dimensões, ainda com as cores vivas, acabadinhos de pintar. Neste grupo há estreantes da street art e alguns veterano.

Isa Silva, designer, ilustradora e escritora de 48 anos, nunca tinha pintado na rua. Até este mês, quando, durante cinco dias, desenhou o painel horizontal de três por seis metros instalado no Largo da Oliveirinha, em Lisboa. A obra, é uma das sete que, ali e na Calçada da Glória, dão forma à Mostra de Arte Urbana 2014, inaugurada oficialmente ontem, mas visível há mais tempo para quem passa na zona. Vai ser assim até "abril ou maio", altura em que, antevê Inês Machado, da Galeria de Arte Urbana (GAU), será substituída por outra, temática e com autores convidados. Esta é de tema livre e os artistas foram os vencedores de um concurso que contou com mais de quatro dezenas de candidaturas.

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Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.