Fundação Guimarães paga tudo até fim do ano

João Serra, presidente da fundação, garante ao DN que conseguirá "repor o equilíbrio" financeiro em cerca de mês e meio.

A praticamente dois meses do encerramento de Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura, "todo o programa foi cumprido", com nota elevada, grande participação e reconhecimento nacional e internacional. O balanço é de João Serra, presidente da Fundação Guimarães e um dos grandes orquestradores de todo o projeto.

"Esgotámos todos os concertos até hoje, cruzaram-se muitos públicos, não apenas vimaranenses mas provenientes de todos os pontos do país e até de Espanha", diz. A música foi uma das vedetas em Guimarães, não apenas a contemporânea, mas também as notas clássicas.

Guimarães como Capital da Europeia da Cultura envolveu 15 mil participantes diretos, profissionais ou não. Ao DN, o presidente João Serra diz que pelo menos 13 mil vimaranenses participaram diretamente no projeto. A organização contou ainda com cerca de mil voluntários, que pretende ancorar à estrutura cultural da cidade depois do final dos eventos.

Mas nem tudo foram rosas. Houve problemas financeiros, com a fundação a ser obrigada a atrasar-se em alguns pagamentos. Serra justifica: "Temos de ser realistas quanto à situação do país e à possibilidade de dar continuidade ao financiamento de projetos culturais", salvaguardando no entanto que este realismo não deve significar a "perda de ambição".

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