"Fadista até ao fim, seja lá quando for"

Ao fim de oito discos de originais, Kátia Guerreiro regressa ao CCB. Desta vez, promove o disco Até ao Fim, um recado a garantir que está no fado para ficar...

Está satisfeita com a reação que tem recebido ao Até ao Fim?

Claro. Toda a gente me fala do disco, dizem que o Até ao Fim é um tema extraordinário, que o Mentiras da Rita Ferro é divertidíssimo e que o tema dos Açores [9 Amores] é maravilhoso, significa que as pessoas estão a absorver o registo que queríamos imprimir ao álbum, a viragem para uma maior leveza.

O disco é produzido por Tiago Bettencourt. Um músico pop adapta-se bem ao universo do fado?

Adaptou-se porque o conhece muito bem. Inicialmente o Tiago estava muito renitente em aceitar o convite para produzir o disco. Temia que, por só ter produzido os seus próprios discos, fosse incompetente na função. Entendi o contrário, precisava de alguém de fora, mas que me conhecesse bem e me levasse de regresso às origens e à leveza inicial que acabou por se perder ao longo dos anos, com tanto palco e emoção forte que o fado nos imprime. O Tiago conseguiu que eu voltasse, era o que queria.

Veja aqui o vídeo de Até ao Fim:

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