Concerto da Orquestra Metropolitana no Festival ao Largo adiado

O concerto previsto para o próximo domingo realizar-se-á na segunda-feira, às 21.30, anunciou nesta sexta-feira a organização

O concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa (OML), no âmbito do Festival ao Largo, que começa nesta sexta-feira, em Lisboa, previsto para o próximo domingo, foi adiado.

O espetáculo acontecerá na segunda-feira às 21.30 e "o programa e intérpretes mantêm-se inalterados", esclarece a organização do festival.

A OML será dirigida pelo seu maestro titular, Pedro Amaral, e o clarinetista Nuno Silva será solista. O programa do concerto, que se realiza no largo fronteiro ao Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa, é constituído pelo Concerto para Clarinete em Lá Maior, K. 622, de Wolfgang Amadeus Mozart, e a 6.ª Sinfonia em Fá Maior, A pastoral, Opus 68, de Ludwig van Beethoven.

O Festival abre hoje, com um concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa e da Orquestra de Sopros e Percussão do Conservatório Regional de Artes do Montijo, com Pedro Meireles, solista em violino, sob a direção da maestrina Joana Carneiro.

Mãos na pedra, olhos no céu, de Mário Laginha, Sinfonia espanhola, Opus 21, de Édouard Lalo, e Abertura 1812, de Tchaikovsky, são as obras do programa do concerto inaugural, que é retomado no sábado.

O Festival Ao Largo realiza-se até dia 30 e tem previstos 15 espetáculos - oito de música, dois de ópera, três de dança e dois de teatro.

Entre outras iniciativas, no dia 15 assinalam-se os cem anos do convite do Governo inglês a Portugal, para a participação na I Grande Guerra 1914/18, ao seu lado e de outros Aliados, designadamente Itália, França, Estados Unidos e Japão.

O concerto pela Orquestra Sinfónica Portuguesa e pelo Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, em colaboração com o Festival Internacional de Música Estoril-Lisboa, conta com a participação da soprano Sara Braga Simões, do barítono André Baleiro e tem direção musical de Joana Carneiro.

Serão interpretadas a cantata Dona Nobis Pacem, de Ralph Vaughan Williams, sobre textos bíblicos e poemas de Walt Whitman, e a 7.ª Sinfonia em Lá Maior, Opus 92, de Beethoven.

Outra participação neste festival é da Orquestra Gulbenkian, no dia 21, num concerto que terá a participação do pianista Mário Laginha, solista no seu próprio Concerto, sob a batuta de Pedro Neves. Além do Concerto para piano e orquestra de Mário Laginha, será também interpretada a Sinfonia n.º 5, em dó menor, Opus 67, de Beethoven.

A 22 e 23 de julho, será apresentada a ópera Cavalleria rusticana, de Pietro Mascagni, em versão de concerto (sem encenação), pela Orquestra Sinfónica Portuguesa e pelo Coro do Teatro Nacional de S. Carlos, sob direção musical de Domenico Longo.

A dança preencherá os últimos os três dias do festival - 28, 29 e 30 de julho -, com a Companhia Nacional de Bailado a interpretar coreografias de George Balanchine (Serenade), William Forsythe (Herman Schmerman) e Hans van Manen (Cinco tangos).

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