Como Kissinger fez da China maoísta uma aliada da América

Os dois colossos mundiais, China e Estados Unidos, podem entrar em guerra um com o outro. O diplomata veterano Henry Kissinger acha essa análise e essa estratégia um erro e conta como aproximou os dois países no tempo da Guerra Fria.

China e Estados Unidos vão lutar entre si na segunda metade do século XXI? Muitos autores afirmam que essa guerra é inevitável e dizem que os interessados devem começar a preparar-se para ela, mas na sua mais recente obra, Henry Kissinger nega a inevitabilidade de um conflito e pensa que há espaço para a diplomacia. Na opinião do diplomata veterano, preparar a guerra constitui uma acção errada, que apenas fará cumprir a profecia do conflito, reduzindo o espaço das opções benevolentes. Este é o grande tema do livro Da China, agora publicado em português pela Quetzal, onde Kissinger defende o seu legado, faz avisos aos políticos e explica a natureza das relações diplomáticas entre chineses e americanos nas últimas quatro décadas. A leitura permite compreender a Ásia contemporânea e clarifica aspectos da Guerra Fria, alguns ainda mal conhecidos.

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