Veja aqui a lista completa dos vencedores

São estes os vencedores da cerimónia de entrega dos Óscares em 2014

Melhor Filme - '12 Anos Escravo'

Melhor Realizador - Alfonso Cuarón (Gravidade)

Melhor Ator - Matthew McConaughey (O Clube de Dallas)

Melhor Atriz - Cate Blanchett (Blue Jasmine)

Melhor Ator Secundário - Jared Leto (O Clube de Dallas)

Melhor Atriz Secundária - Lupita Nyong'o (12 Anos Escravo)

Melhor Argumento Adaptado - John Ridley (12 Anos Escravo)

Melhor Argumento Original - Spike Jonze (Her - Uma História de Amor)

Melhor Filme em Língua Estrangeira - 'A Grande Beleza' (Itália)

Melhor Fotografia - Gravidade

Melhor Montagem - Gravidade

Melhor Banda Sonora Original - Gravidade

Melhor Caracterização - O Clube de Dallas

Melhor Guarda Roupa - O Grande Gatsby

Melhor Direção Artística - O Grande Gatsby

Melhores Efeitos Visuais - Gravidade

Melhor Mistura de Som - Gravidade

Melhor Montagem de Som - Gravidade

Melhor Longa Metragem de Animação - 'Frozen'

Melhor Curta Metragem de Animação - 'Mr Hublot'

Melhor Curta Metragem de Imagem Real - 'Helium'

Melhor Curta Metragem Documental - 'The Lady in Number 6'

Melhor Documentário (Longa Metragem) - '20 Feet From Stardom'

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.