'A Religiosa Portuguesa' no século XXI

Eugène Green ganhou o Prémio de Longa-Metragem na primeira edição do IndieLisboa com Le Monde Vivant, e desde então todos os seus filmes têm sido exibidos no festival. Este ano, Green trouxe A Religiosa Portuguesa (Culturgest, 22.00), com Leonor Baldaque, Ana Moreira, Beatriz Batarda, Adrien Michaux e Diogo Dória, e participações especiais de Camané e Aldina Duarte.

O filme conta a história de Julie de Hauranne, uma jovem actriz francesa que fala a língua da sua mãe, o português, mas que nunca esteve em Lisboa, onde chega para rodar um filme baseado nas Lettres Portugaises de Gabriel-Joseph Guilleragues (1699). Rapidamente, deixa-se fascinar por uma freira que vai rezar, todas as noites, para a capela da Nossa Senhora do Monte, na colina da Graça. No decurso da sua estada, a jovem trava uma série de conhecimentos, que, à imagem da sua existência anterior, parecem efémeros e inconsequentes.

Está prevista uma retrospectiva da obra de Eugène Green na Cinemateca, após a conclusão do IndieLisboa e a pretexto da estreia deste filme, no dia 6 de Maio.

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