Cinema não morreu mas Manoel de Oliveira era único

John Malkovich marcou presença no funeral do cineasta português.

O ator norte-americano John Malkovich disse hoje no Porto que "o cinema não morreu com Manoel de Oliveira", que considerou, no entanto, um realizador único.

"O cinema não morreu com Manoel de Oliveira, mas Manoel de Oliveira era único e o cinema não será o mesmo sem ele", afirmou John Malkovich no final do funeral do cineasta no cemitério de Agramonte, no Porto.

John Malkovich, 61 anos, trabalhou com Manoel de Oliveira em três filmes do realizador português: "O Convento" (1995), "Vou para Casa" (2001) e "Um Filme Falado" (2003).

Manoel de Oliveira morreu na quinta-feira, aos 106 anos, no Porto, onde hoje se realizou o funeral.

John Malkovich foi uma das personalidades, do mundo das artes à política, que assistiram às cerimónias fúnebres na igreja de Cristo Rei, onde estiveram também o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira.

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