Belas Artes quer voltar a abrir biblioteca para partilhar tesouro

Hoje, que se assinala o Dia Mundial do Livro, o DN mostra-lhe uma biblioteca com mais de 11 mil volumes fechada há mais 27 anos

Quando os alunos da Faculdade de Belas-Artes viram ontem Teresa Catarino abrir as portas da Biblioteca da Academia de Belas-Artes logo vieram perguntar se, tal como na terça-feira, esta estava aberta. Não estava, explicou então a técnica superior da biblioteca, como não esteve nos últimos 27 anos.

No antigo Convento de São Francisco, onde a faculdade divide paredes com a academia que dá nome àquele largo de Lisboa, está uma sala a que não será temerário chamar um tesouro. São cerca de 11 mil volumes de literatura de Belas-Artes que se estendem dos séculos XVI ao século XIX. "Outra coleção importante é a do século XX", diz Teresa Catarino. "Há praticamente tudo", acrescenta Nazaré Escobar, uma das três voluntárias da biblioteca, que atualmente conta apenas com três funcionários.

Este é um dos problemas com que se defronta a atual direção, eleita em novembro. "O desejo é de ter a porta sempre aberta, mas só com três funcionários é impossível", explica Natália Guedes Correia. Inverter esta situação é algo que pretendem conseguir, com a ajuda da secretaria de Estado da Cultura.

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