Beatriz Gosta, a miúda que fala sem filtro

É para rir, é para passar uma mensagem feminista e sai da cabeça de Marta Bateira, aquela miúda que está no palco com Capicua e se tem cultivado no hip hop, com o nome de M7

Beatriz Gosta é "entretenimento puro, gargalhada rápida, divertida, animar o pessoal". E depois "tem uma parte muito de dar dicas, é para abrir caminho para mulheres". "Eu ainda sinto essa desigualdade, é para os nossos filhos, para as nossas filhas, para os homens mudarem de atitude, para as mulheres ficarem mais fortes." Quem o diz é Marta Bateira, a criadora dessa miúda que usa o sotaque do Porto cerrado, que fez suas muitas expressões brasileiras, que olha para a câmara sem medo, e que fala sobre sexo. Há expressões que precisam de "piiiiiis" mas talvez seja mais justo dizer que o que conta não deixa muito para a imaginação.

O humor em Beatriz Gosta é a história que ela conta, quase sem fôlego, entrecortada com os seus hello? e "pau, pau, pau". "Não há uma punchline, é a maneira como a Beatriz fala, a intensidade, tudo", explica. No episódio 1, Pack Night, ela diz o que uma "dama" deve levar na mala quando sai à noite (óculos, escova de dentes, uma tanga...) e como saber se está tudo bem. "Tenho dentes da frente? Está tudo ótimo. Não deu quebra de tensão, não bati na cerâmica." Chegou ao YouTube há dois meses, já foi visto 68 500 vezes. De 15 em 15 dias, aparece novo material.

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