Obras de Bernard Frize a partir de hoje na Gulbenkian

O pintor francês Bernard Frize inaugura hoje uma exposição no Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação calouste Gulbenkian, em Lisboa, com trabalhos produzidos nas duas últimas décadas.

"Isto é uma ponte" é o título da exposição que o Centro de Arte Moderna (CAM) vai apresentar até 31 de maio, em conjunto com uma instalação inédita do artista Miguel Ângelo Rocha, intitulada "Antes e depois".

Bernard Frize, 65 anos, recentemente distinguido com o prémio da Academia das Artes de Berlim, mostra nesta exposição - a primeira em Portugal - pinturas produzidas durante a segunda metade da sua carreira, ao longo de duas décadas.

O título remete para o estabelecimento de uma ponte entre a abstração e a figuração, a natureza e a cultura, a fotografia e a pintura.

Nascido em Saint-Mandé e a viver entre Paris e Berlim, Bernard Frize começou a ganhar notoriedade com as séries de pinturas "All over", realizadas em 1977, realizando, dois anos depois, a primeira exposição individual na Galerie Lucien Durand, em Paris.

Desde então, tem exposto em cidades como Roma (Villa Medici), Londres (Simon Lee Gallery), Nova Iorque (Pace Gallery) e Paris (Galerie Emannuel Perrotin), entre outras.

A instalação inédita de Miguel Ângelo Rocha, especialmente concebida para a sala de exposições temporárias, e para a sala polivalente do CAM, é de grandes dimensões, desenvolve-se entre as duas salas.

Professor na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Miguel Ângelo Rocha, 51 anos, realizou a sua primeira exposição individual na Galeria Módulo, em 1991, e, desde então, tem exposto em cidades como Roterdão, Nova Iorque, Lisboa e Porto.

Está representado na coleção do CAM, Fundação de Serralves, Fundação EDP, Museu do Chiado, MUDAM, Luxemburgo e Ross School of Business, University of Michigan, entre outros.

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