Artesanato à venda na loja

Projectos. A ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, estará presente na inauguração, hoje, às 18.00. Além da exposição, que ocupa as duas primeiras grandes salas do museu e que estará patente até Maio, o MAP vai ter actividades para os mais novos e uma loja com produtos seleccionados pelas empresas Vida Portuguesa (de Catarina Portas) e País em Lisboa (de Isabel Peres Gomes). Mais do que o artesanato "de qualidade", como sublinha Andreia Galvão, a directora está a trabalhar também numa linha de merhcandising do MAP, pois "as possibilidades de explorar a iconografia portuguesa são ilimitadas". Outro sonho ainda por concretizar é o de ter ali, junto ao rio, uma cafetaria. "Vejo este museu com uma componente gastronómica muito importante e conto tê-la em breve", diz a directora, que está consciente da crise mas acredita terá condições para continuar a trabalhar e concluir as obras no espaço. O mais importante, para já, é que o museu vai estar aberto - encerra apenas à terça-feira (e não à segunda como a maioria dos museus). Para Janeiro, está já a ser planeado um ciclo de conferências para discutir as políticas do espírito e a activações contemporâneas da cultura. A entrada no museu custa dois euros.

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