Os caminhos do futuro nas linhas de Sou Fujimoto

O arquiteto japonês Sou Fujimoto inaugurou hoje, às 19.00, a exposição Futurospective, que pode ser vista na Garagem Sul do CCB, em Lisboa, até 17 de novembro.

À entrada, cubos de vidro com pequenas árvores dentro e minúsculas pessoas de cartão a habitá-los dão o mote: a arquitetura como floresta, ideia central do trabalho que o arquiteto Sou Fujimoto, japonês, vem pensando desde que terminou a sua licenciatura e que ganha forma na exposição Futurospective que pode ser vista a partir de hoje na Garagem Sul do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

As cerca de 100 maquetes espalhadas pelo espaço mostram o processo de criação de Fujimoto, interessado em traçar um paralelo entre a arquitetura e a natureza, "tão simples e tão complexa": trabalhar a pequena, média e grande escala é o desafio ("Como integramos a variedade de escalas é a chave", garante), fazer surgir espaços naturalmente, como num bosque, onde ora surgem clareiras ora é obscuro, com vários caminhos possíveis (exatamente como a exposição). E, finalmente, responder a uma pergunta que o título da mostra deixa entrever: "Como vamos viver no futuro?".

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