A pornografia é sempre obscena ou pode ser arte?

A sociedade ocidental tem, nas últimas décadas, assistido à entrada da pornografia - ou de alguns tipos de manifestações antes consideradas indecentes - nas várias áreas da cultura, muito ajudada pela Internet. De tal forma que existem já estudos científicos sobre o fenómeno.

Desde a 'moda' que foi o filme pornográfico Garganta Funda, com Linda Lovelace, nos anos 70 aos recentes vídeos de Rhianna - alguns mesmo realizados por cineastas com filmes para adultos no curriculo -, o sexo explícito tem vindo a sair da clandestinidade para onde foi atirado por questões de moral.

As ciências sociais estudam o assunto e aos sociólogos, antropólogos e sexólogos vêm agora juntar-se novos 'pornólogos', especialistas no estudo do fenómeno da pornografia na sociedade.

Este o tema que esta semana fez capa do suplemento cultural Quociente de Inteligência do DN. Um assunto que gera polémica por vários motivos, entre eles o facto de não ser unânime a opinião dos especialistas sobre a forma como a exposição a material dito pornográfico influencia os comportamentos dos indivíduos, tanto de adultos como de menores.

Ao leitor, lançamos o debate: Pode a pornografia ser arte? Ou é algo obsceno que, a existir, deve regressar à clandestinidade?

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