A igualdade de sexos é possível nos serviços secretos?

As fascinantes histórias das agentes femininas dos serviços secretos de Israel fazem o tema principal do Quociente de Inteligência desta semana, o suplemento cultural do DN.

Muitas destas mulheres são meramente utilizadas como 'isco' para apanhar agentes inimigos, mas há também operacionais em perigosas missões no terreno. Muitas vezes esquecidas, as agentes do sexo feminino ocupam os mais variados papéis nos diversos departamentos de "informações" do estado.

Tal como os seus companheiros, elas arriscam a vida por causas que acreditam -- em última análise, por patriotismo. Mas muitas vezes o seu percurso parece ser mais árduo do que o dos homens, seja porque são obrigadas a treino físico mais intenso, ou porque acabam por abdicar da possibilidade de constituir família, ou seja ainda porque carregam o estigma de utilizarem o sexo para conseguir os seus objetivos.

Aos leitores, lançamos o debate: Nos serviços secretos é possível haver igualdade entre sexos?

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