A eutanásia deve ou não ser legalizada?

Todos temos um destino igual, a morte, mas todos somos diferentes na forma como a encaramos. A morte é o desenlace perplexo de todas as marcas feitas pela vida na nossa personalidade, intelectual e física; é a paragem de uma contínua e complexa soma de acontecimentos criadores de uma unidade orgânica irrepetível, a que chamamos indivíduo.

No Quociente de Inteligência desta semana, Pedro Tadeu escreve que a morte, o fim de uma história pessoal numa dada geografia física e social, nunca pode ser igual para todos, mesmo dentro de um grupo humano que procure, no governo da vida, igualdade de oportunidades para cada um se construir como indivíduo. A morte é ingovernável.

Ao leitor lança-se o desafio: A eutanásia deve ou não ser legalizada?

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG