A denuncia do estalinismo é um tema actual?

Uma nova tradução de "Vida e Destino", o romance sobre a II Guerra Mundial de Vassili Grossman, faz surgir a questão da pertinência, 58 anos depois da morte do ditador, da actualidade do chamado estalinismo.

O estalinismo é sinónimo de comunismo ou é uma perversão do comunismo? É uma ideologia que perdura para além de Josef Estaline? Tem algum fundamento teórico e ideológico que o torne aplicável ao mundo de hoje? Estas são muitas questões que, indirectamente, a monumental e dura obra de Grossman colocam ao leitor.

Um trabalho do jornalista Luís Naves, publicado no Quociente de Inteligência deste sábado - exclusivo em edição impressa ou lida através do e-paper do DN (clique aqui) - analisa este romance, que já foi comparado à Guerra e Paz de Tolstói, e cruza-o com outros livros de Grossman ("Um Escritor na Guerra" e "Everything Flows") e com o texto "A Face da Guerra" de Martha Gelhorn.

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100 objectos que fazem a história do mundo

O director do Museu Britânico escolheu deste museu 100 peças para, através delas, contar a história do mundo. Um professor universitário de Yale analisa esta obra, num exclusivo para o Quociente de Inteligência vindo da New York Review of Books.

Outro tema deste Quociente de Inteligência é a história de Ettore Majorana, um génio da Física desaparecido misteriosamente nas vésperas da II Guerra Mundial, trabalho da jornalista Filomena Naves sobre um livro de João Magueijo.

Outro exclusivo veioda Literary Review eé a publicação de uma análise à correspondência pessoal de Ernest Hemingway.

Em destaque ainda nesta edição do Q., está um texto de Nuno Galopim intitulado"Quando os U2 fizeram a Revolução".

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