Uma jornalista de uma rádio dinamarquesa que cobria a reabertura de clubes de sexo no seu país decidiu decidiu viver a experiência na primeira pessoa e fazer disso a própria reportagem, algo que mereceu os elogios dos seus chefes.."Acho muito bem que os nossos jornalistas tentem vivenciar o jornalista de uma maneira diferente", disse Tina Kragelund, gerente da Rádio 4. "Vocês podem fazer sempre o que os editores esperam, mas também podem surpreendê-los", explicou ao jornal Jyllands-Posten..A reportagem, transmitida na segunda-feira às 8.40, foi precedida por uma mensagem em que o apresentador advertiu que durante a peça jornalística seriam ouvidos sons típicos do ato sexual..Twittertwitter1397867806746681345.Durante a visita ao clube de sexo, a jornalista procurou saber, em primeiro lugar, quais as regras do estabelecimento. Depois perguntou aos clientes, enquanto faziam sexo, como se sentiam em poder voltar ao clube, chamado Swingland e localizado nos arredores de Copenhaga.."Você pode descrever o que está a ver agora", perguntou ao seu parceiro sexual durante da reportagem, entre sons bastante explícitos e comentários obscenos.."Os clubes de sexo são um tabu. A minha própria participação dá uma ideia de um mundo do qual raramente temos uma visão completa", defendeu a jornalista no Jyllands-Posten..A Dinamarca está numa fase bastante avançada do desconfinamento, uma vez que os clubes de sexo reabriram há uma semana, após terem ficado fechados durante vários meses.