Premium Miguel Ângelo, o David e o espírito do Renascimento

A fila estende-se por mais de uma centena de metros.

A manhã nem vai a meio, mas a discreta Via Ricasoli é já um mar de gente, disposta a aguardar, cheia de infinita paciência, pela sua vez de entrar no número 58 - é ali que fica a Galeria da Academia. "É espera para hora e meia", diz filosófico o segurança que controla as entradas e a multidão. Está habituado, acerta quase sempre. Hora e meia depois, lá vamos, na onda de gente, em direção ao local: a sala ampla, iluminada pela luz solar que atravessa a abóbada, feita assim para isso mesmo. No centro, majestoso, imenso, imaculado, naquela quietude que parece anteceder a ação, lá está ele, o David, de Miguel Ângelo.

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