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O cinema do futuro passa pela Netflix... mas não só

O cinema passou a existir entre a tradição das salas escuras e o desenvolvimento exponencial de plataformas de streaming como a Netflix - resta saber que novos espetadores estão a nascer através da nova idade das imagens e dos sons. Um ensaio de João Lopes*.

Lembram-se de Apollo 13, o filme de 1995, com Tom Hanks, que evoca a dramática missão lunar que não chegou ao seu destino? Alguns meses depois da sua estreia, Reed Hastings, um matemático, então gestor da empresa de informática Pure Software, alugou uma cópia VHS do filme numa loja Blockbuster da cidade de Santa Cruz, na Califórnia. Acontece que excedeu o prazo do aluguer - o seu atraso traduziu-se numa multa de 40 dólares (cerca de 35 euros à cotação atual).

A veracidade desta história tem sido muito disputada; há até quem sugira que foi o próprio Hastings que a inventou como recurso estratégico de argumentação. Qual é, então, a moral da história? Pois bem, estavam criadas as condições para conceber um modelo de negócio que permitisse aos consumidores ver os filmes em suas casas sem estarem dependentes de idas regulares a um clube de vídeo.

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Betinho

"NBA? Havia campos que tinham baldes para os jogadores vomitarem"

Nasceu em Cabo Verde (a 2 de maio de 1985), país que deixou aos 16 anos para jogar basquetebol no Barreirense. O talento levou-o até bem perto da NBA, mas foi em Espanha, Andorra e Itália que fez carreira antes de regressar ao Benfica para "festejar no fim". Internacional português desde os Sub-20, disse adeus há seleção há apenas uns meses, para se concentrar na carreira. Tem 34 anos e quer jogar mais três ou quatro ao mais alto nível.