Política, género, raça. Os dramas da Academia de Hollywood
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Óscares 2019

Política, género, raça. Os dramas da Academia de Hollywood

A polémica parece ser a grande protagonista dos dias pré-cerimónia de entrega dos Óscares, a acontecer no próximo domingo. Por razões diferentes, os filmes Green Book, Bohemian Rapsody e A Star Is Born chamaram a atenção pelo enredo e pelas atuações. Mas será que, para a Hollywood, a má publicidade também é boa?

Aberto o envelope, Hollywood declara que o Óscar de melhor filme do ano vai para... a cerimónia dos Óscares! Música em crescendo, a casa vem abaixo com aplausos. É assim neste ano. Nem os filmes magníficos selecionados pelos seis mil membros da Academia conseguem fazer frente às polémicas que têm ensombrado uma cerimónia que se quer solidária e sorridente.

Felizmente, nesta cidade da ficção em movimento, tudo o que choca pode ser adicionado ao processo criativo. A presidente da Academia, Karey Burke, disse há dias que "a falta de transparência tem mantido a cerimónia nas bocas do mundo, provando que os Óscares continuam relevantes e que as pessoas querem debater os temas que vemos nos filmes". Então é isso: num mundo em transição em que a má publicidade pode ser boa ideia, que venha a controvérsia, pois só com visibilidade se comunicam os temas que nos movem.

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