Reino Unido e República Dominicana confirmam casos de vírus Zika

O mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus Zika, dengue, Febre Amarela e chikungunya foi encontrado em 14 países da América do Sul

A epidemia que tem assombrado o Brasil e a Colômbia chegou ao Reino Unido e à República Dominicana. As autoridades de saúde internacionais estão preocupadas

Três britânicos foram infetados com o vírus zika. Segundo as autoridades de saúde pública, citados pela CNN, o diagnóstico foi confirmado em três pessoas que viajaram para a Colômbia, Suriname e Guiana.

No comunicado, as autoridades aproveitaram para informar à população que o vírus não se transmite de pessoa para pessoa e que o mosquito transmissor não habita no Reino Unido.

Também a República Dominicana informou, no sábado, que foram confirmados dez casos do vírus Zika, suspeito de causar graves deficiências congénitas em recém-nascidos. O ministro da saúde da República Dominicana, Altagracia Guzman, disse que os testes de laboratório às amostras enviadas para os Estados Unidos confirmaram 10 em 27 casos suspeitos.

"À luz desta descoberta é indispensável a adoção de medidas rigorosas em toda a nação para evitar e conter esta doença", disse Guzman.

O vírus Zika tem sido relacionado com casos de microcefalia e outras alterações congénitas em recém-nascidos e com maior incidência de abortos em mulheres grávidas.

As medidas propostas para conter a doença incluem a erradicação do mosquito, nomeadamente a eliminação de águas paradas, que podem ser terreno fértil para a proliferação dos mosquito 'Aedes aegypti', que transmite dengue, chikungunya e o zika vírus.

Este mês, três pessoas em Nova Iorque testaram positivo ao vírus Zika, e a Colômbia tem-se mostrado vulnerável e é agora o segundo país com mais casos de infeção pelo vírus, com 560 mulheres grávidas infetadas. No Brasil, onde já se admite a derrota perante a epidemia, contaram-se 3.174 casos de microcefalia em latentes em 2015.

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