Homem que violou criança de 10 anos disse que foi uma "emergência sexual"

Goran, de 10 anos, foi violado na piscina pública de Theresienbad

O menino foi violado numa piscina pública de Viena. Para a mãe da vítima, a justificação do atacante é "monstruosa"

Um homem iraquiano que violou um rapaz de 10 anos numa piscina pública, na Áustria, descreveu o ato como uma "emergência sexual". O atacante, que trabalhava em Viena como taxista, disse à polícia que sabia que aquele ato era "proibido em qualquer país do mundo" e que ele "nem sempre foi doente", porque tinha uma mulher e uma filha no Iraque. No entanto, tratava-se de uma "emergência", pois tinha "demasiada energia sexual".

"Não me podem chamar racista mas defender-se daquela forma é um ato monstruoso", declarou Dunia, a mãe do menino. "Eu vivi num abrigo de caridade durante cinco anos", explicou a sérvia, que foi viver para a Áustria nos anos 90, acrescentando que tentou mostrar aos filhos que não se devia julgar os outros. À imprensa local, a mulher contou que ensinou os "cinco filhos a serem tão hospitaleiros para os recém-chegados" como os austríacos foram para ela quando chegou ao país.

O rapaz, Goran, foi hospitalizado, na altura, com ferimentos graves mas, o pior, segundo a mãe, é o trauma que sofreu. "Eu sei que as feridas físicas vão curar, mas as feridas na sua alma podem não curar nunca", afirmou a mãe aos jornais locais. Contou ainda que o rapaz chora todos os dias antes de dormir.

Goran foi violado na piscina pública de Theresienbad, em Viena, no dia 2 de dezembro. Segundo Dunja, o rapaz gostava tanto de nadar que naquele dia a mãe lhe deu dinheiro para ia à piscina. Horas depois recebeu uma chamada do filho a chorar e um homem contou-lhe o que tinha acontecido. Quando o foi buscar, viu o atacante algemado sentado ao lado de Goran, que chorava compulsivamente.

Segundo o Daily Mail, o homem terá usado um adolescente de 15 anos para atrair Goran. O adolescente meteu conversa com a criança e apresentou-o ao taxista, que depois aproveitou um momento em que o rapaz estava sozinho nos balneários para abordá-lo.

A polícia afirmou que é necessária alguma sensibilidade nos casos que envolvem imigrantes, pois eles "já passaram por muito", mas que haveria "tolerância zero".

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