Baratas e ratos na cozinha da cadeia do Funchal

Denúncia é do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional

O presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Jorge Alves, denunciou esta terça-feira a falta de higiene na cozinha da cadeia do Funchal. "Abundam ratos e baratas na cozinha", explica Jorge Alves. Criticou ainda o facto deste estabelecimento prisional não ter um espaço destinado a admissão dos reclusos que vão chegando para cumprir pena.

Jorge Alves visitou o EPF e reuniu com as estruturas do sindicato no arquipélago da Madeira, tendo lamentado que o estabelecimento prisional esteja, alegadamente, "degradado", com falta de higiene, inclusive na cozinha, onde "abundam ratos e baratas", e de não cumprir com a lei.

O dirigente sindical alertou para a falta de um "espaço de admissão" onde os reclusos, por lei, devem manter-se durante 15 dias antes de serem colocados "no regime comum".

Jorge Alves criticou, também, a falta de condições, quer para as guardas prisionais, quer para as reclusas.

O presidente do Sindicato disse que vai enviar o relatório da visita ao EPF para o Ministério da Justiça, Direção Geral dos Serviços Prisionais e diretor da cadeia.

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