Assis defende que só Maria de Belém pode unir a esquerda

Eurodeputado socialista garante que só Maria de Belém conseguirá ir buscar votos ao centro para ganhar as eleições

O eurodeputado socialista Francisco Assis defendeu hoje que só a candidata à presidência Maria de Belém pode unir toda a esquerda e ir buscar votos ao centro para ganhar as eleições na segunda volta.

"Estas primárias à esquerda [primeira volta das presidenciais] são absolutamente essenciais para que, quem passe à segunda volta, seja a Maria de Belém, porque só ela está em condições de unir toda a esquerda, penetrar no centro e ir buscar alguns votos à direita e derrotar Marcelo Rebelo de Sousa", afirmou.

Assis discursava no almoço de apoiantes de Maria de Belém que hoje se realizou em Marco de Canaveses, com a presença da candidata.

Assis fez um paralelismo com as presidenciais de 1995 e recordou que naquelas eleições "havia vários candidatos de esquerda, mas verdadeiramente só havia um candidato de esquerda que pudesse ser eleito Presidente da República, que era o Dr. Mário Soares".

Por isso, frisou o eurodeputado socialista, é importante assegurar que Maria de Belém seja a candidata mais votada da esquerda na primeira volta das presidenciais de janeiro.

"Estou absolutamente convencido que vamos ganhar estas eleições [na segunda volta] e que a Maria de Belém vai ser Presidente da República", declarou.

Para Assis, "tudo o que se passou até agora reforça a convicção de que o país precisa de Maria de Belém como Presidente da República".

E acrescentou: "Hoje vivemos num país profundamente dividido e com um nível de crispação política como não há memória há muitos anos. Essa crispação política, do meu ponto de vista, não vai diminuir nos próximos meses. Precisamos, por isso, de um Presidente da República que seja gerador de unidade nacional".

Segundo o eurodeputado, "não há ninguém entre os vários candidatos à presidência da República em melhores condições para garantir essa unidade", defendendo que Maria de Belém "é capaz de ser ouvida por todos os setores da sociedade portuguesa".

"Não precisamos de um presidente de fação de direita ou de esquerda mais radical. Precisamos de alguém que se situe no centro esquerda, mas com capacidade para falar com um lado e com o outro", defendeu.

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