"As mulheres sabem que têm de organizar a casa e pagar as contas a dias certos, pensar nos mais velhos e cuidar dos mais novos"

Paulo Portas garante que o Governo "pôs as contas em dia e arrumou a casa". E usou o exemplo da "mulher" para explicar como.

"As mulheres sabem que têm de organizar a casa e pagar as contas a dias certos, pensar nos mais velhos e cuidar dos mais novos.Foram os portugueses que conseguiram, com os seus sacrifícios, vencer a crise e quero fazer uma homenagem especial às mulheres que aguentaram os anos de chumbo da recessão da herança do PS e procuraram conseguir que os filhos tivessem um futuro melhor. São elas credoras dos principais objetivos da política de apoio à família desta coligação", disse.

Num concelho rural como Vagos, Paulo Portas lembrou que "foi uma mulher, Assunção Cristas, que levou a que os pagamentos à agricultura estivessem em dia e esgotassem as candidaturas ao PRODER, quando antes o PS devolvia o dinheiro a Bruxelas" e "puxou" também pelo CDS ao referir que a primeira mulher presidente da câmara foi Alda dos Santos Vitor, eleita pelo seu partido em Vagos.

O primeiro-ministro Passos Coelho acusou hoje António Costa de desdizer o que o PS assumiu sobre o compromisso de descer gradualmente o IRC para aumentar a competitividade fiscal do País.

"É preciso cumprir com a palavra dada. O PS diz uma coisa e faz outra. Há 2 anos o governo propôs a reforma do IRC [Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas] para a competitividade fiscal, que o PS se comprometeu a viabilizar, mas o atual secretário-geral do Partido Socialista não cumpriu com a palavra dada. Quando se começa assim a desdizer o que o partido disse, não pode haver confiança", disse.

Passos Coelho falava num almoço de mulheres promovido pela coligação PSD/CDS, em que também participou Paulo Portas, em que repisou as responsabilidades do PS pela situação a que o País chegou em 2011 e se referiu ao caso BES para defender a ideia de que, ao contrário do que fizeram os socialistas com o BPN, o seu governo evitou que os lesados fossem todos os portugueses.

"Hoje há quem se lamente com os 2,7 milhões de euros que o país teve de pagar quando nacionalizou o BPN, que vai ser pago por todos. Mas desta vez, não foram os portugueses a nacionalizar ou salvar o grupo BES. Sabemos que há quem perdeu muito, mas impedimos que todos os portugueses fossem os lesados, porque não demos ordem à CGD para salvar o BES", comparou.

O líder do PS garantiu que os quatro anos de governação tiveram exemplos de sofrimento e dificuldade, mas insistiu que Portugal "não teve um resgate por acaso, mas em resultado de políticas irrealistas e aventureiras" anteriores "que devem permanecer na memória".

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