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Passos Coelho

Repor subsídios em 2014 poderia dar "imagem precipitada"

por Lusa  

Passos Coelho deu a entrevista de hoje a partir de Maputo, onde se encontra em visita oficial.
Passos Coelho deu a entrevista de hoje a partir de Maputo, onde se encontra em visita oficial. Fotografia © António Silva/Lusa

O primeiro-ministro argumentou hoje que o Governo poderia dar uma "imagem precipitada" de Portugal se repusesse os subsídios de férias e de Natal no final de 2014, porque essa reposição teria de ser orçamentada em 2013.

Numa entrevista à RTP, a partir de Maputo, Pedro Passos Coelho reiterou que o Governo pretende "começar a repor esses subsídios" em 2015, no caso de Portugal atingir "com pleno sucesso" os objetivos do seu Programa de Assistência Económica e Financeira, que termina "no final do primeiro semestre de 2014".

Questionado sobre o que impede o Governo de repor esses subsídios no final de 2014, altura em que o programa de assistência já não estará em vigência, o primeiro-ministro referiu que isso teria de ser orçamentado no ano anterior e que, segundo as novas regras da União Europeia, a preparação do Orçamento do Estado para 2014 terá início "em março, abril" de 2013.

"Começar em março desse ano a dizer que íamos repor os subsídios, sem termos a certeza de que o poderíamos fazer com sucesso, isso poderia ser uma imagem precipitada que Portugal correria o risco de oferecer aos seus parceiros internacionais e ao Fundo Monetário Internacional", argumentou.

Nessa altura, Portugal estará ainda "em pleno processo de ajustamento" e precisará de "mostrar à comunidade internacional que está a fazer tudo o que é necessário para cumprir as suas metas" e para "voltar aos mercados" em setembro de 2013, acentuou.

Nesta entrevista dada a partir de Maputo, onde chegou na segunda-feira para uma visita de dois dias, Passos Coelho falou sobretudo sobre a reposição dos subsídios de férias e de Natal, que se encontram suspensos para os trabalhadores do setor público e para os pensionistas, dizendo esperar "pôr um ponto final" no que considerou ser "uma falsa polémica".


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