por Lusa
O antigo presidente da República Mário Soares classificou hoje como "fortíssimas" as palavras do primeiro-ministro, quando disse que Portugal cumprirá as suas obrigações "custe o que custar", e defendeu que a austeridade não leva a "nenhum lugar".
"Custe o que custar são palavras fortíssimas", porque "acima de tudo estão as pessoas e o bem-estar das pessoas e não penso que a austeridade, só a austeridade, leve a nenhum lugar", disse Mário Soares.
O fundador do PS falava aos jornalistas na vila alentejana de Ourique, após uma sessão de apresentação do seu livro "Um Político Assume-se - Ensaio Autobiográfico, Político e Ideológico".
"Além da austeridade, que é necessária, precisamos de ter crescimento económico, sem isso não se vai a lado nenhum, e de diminuir o desemprego", defendeu, considerando estas necessidades como algo "fundamental".
Segundo Mário Soares, "se ele [Pedro Passos Coelho] acha que só é preciso a 'troika', é a posição do primeiro-ministro, mas é uma posição que vai sair mal, porque toda a Europa já está a pensar que não é só por aí que vamos".
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, manifestando-se consciente da "situação de grande dificuldade" que Portugal atravessa, disse hoje, no debate quinzenal no Parlamento com a presença do Governo, que o país cumprirá as suas obrigações "custe o que custar".
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António Gomes
Lamento, que o Sr. quando era ...
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Anónimo
OH MÁRIO, ENTÃO ? EM QUE FICAMOS? ...
há 101 dias, 12 horas e 33 minutos
Paradela
É vergonhoso ter de ver um ...
há 101 dias, 14 horas e 1 minuto
Ribeira da Costa
É o resultado de se eleger um ...
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jcfilipe
Medíocre de nascimento, morrerá ...
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