Emma Watson: "A segurança das mulheres é um direito, não um privilégio"

Emma Watson tem 26 anos

Emma Watson falou esta semana na Assembleia-Geral das Nações Unidas e alertou para agressões sexuais em universidades. "A segurança das mulheres é um direito, não um privilégio", defendeu.

Não foi na qualidade de atriz, mas de mulher, embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas e porta-voz da campanha HeForShe que Emma Watson discursou, esta semana, na Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque, EUA. Desta vez, apelou à igualdade e à segurança das suas congéneres, alertando para situações de agressão sexual que se verificam em campus universitários no mundo inteiro.

"Se mudarmos as experiências dos estudantes de forma a que tenham diferentes expetativas do mundo que os rodeia - expetativas de igualdade - a sociedade irá mudar", assegurou a licenciada em literatura inglesa pela Universidade de Brown.

Watson partilhou ainda com a audiência o primeiro relatório elaborado pela sua campanha HeForShe, que juntou 10 universidades, 10 chefes de estados e 10 CEO de grandes empresas na luta para a erradicação da violência sexual em recintos universitários e para o alcance de uma igualdade de género a nível global.

"As universidades têm que tornar claro que a segurança das mulheres, das minorias e de qualquer outra pessoa que possa ser vulnerável é um direito, não um privilégio", frisou a atriz britânica de 26 anos. "Uma universidade deve ser um lugar de refúgio, que age contra todas as formas de violência. É por isso que acreditamos que os estudantes devem sair das universidades a acreditar e a lutar por sociedades verdadeiramente igualitárias"

A estrela da saga cinematográfica Harry Potter tornou-se embaixadora da ONU em julho de 2014. No início deste ano, anunciou que vai afastar-se temporariamente da representação para se focar, unicamente, no trabalho que tem vindo a desenvolver no âmbito desta organização internacional.

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