Angelina Jolie exigiu pedido de desculpas. Vanity Fair recusou

Revista publicou uma entrevista que provocou algumas críticas sobre a forma como esta fez as audições para filme.

Angelina Jolie exigiu um pedido de desculpas à Vanity Fair pela entrevista publicada na edição de setembro e que gerou várias críticas devido à descrição que a atriz fez sobre as audições realizadas a crianças do Camboja para o filme First They Killed My Father. Mas a publicação recusou desculpar-se e ainda deu resposta.

Num artigo publicado ontem, a Vanity Fair reafirma aquilo que escreveu em setembro, com base na conversa da atriz com a jornalista Evgenia Peretz. Nessa entrevista, a atriz e realizadora explicou que procuravam crianças que tivessem vivido dificuldades e que o casting envolveu um exercício em que lhes era pedido que tirassem dinheiro e depois inventassem uma mentira para justificar a opção, quando eram apanhadas. Um exercício que levou a acusações de crueldade.

Angelina Jolie disse, num comunicado, ser "perturbador" que tanta gente estivesse a interpretar mal as suas palavras. Depois, contactou a revista a exigir um pedido de desculpas e a publicação de um texto em que ficasse claro que as crianças não foram enganadas, que estavam cientes de que faziam parte de um aspeto ficcional de um exercício e que estavam acompanhadas de familiares ou responsáveis de uma organização não governamental. A atriz queria ainda a remoção do parágrafo controverso do texto publicado no site da publicação.

Após audição das duas gravações da conversa feita pela jornalista, a Vanity Fair decidiu manter o texto tal como estava. E reproduziu palavra por palavra os parágrafos mais relevantes referentes a este caso. O leitor que tire as suas conclusões.

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