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Ministro da Educação

Contestação dos professores "não é tão grande assim"

por Lusa  

O ministro da educação Nuno Crato recebeu ontem uma delegação da Fenprof, enquanto os professores se manifestavam à porta do Ministério
O ministro da educação Nuno Crato recebeu ontem uma delegação da Fenprof, enquanto os professores se manifestavam à porta do Ministério Fotografia © Reinaldo Rodrigues/ Global Imagens

O ministro da Educação Nuno Crato desvalorizou hoje a contestação dos professores, apontando que "não é tão grande assim" e que é a normal no seio de um processo de negociação, salvaguardando estar a trabalhar para resolver os problemas.

Em declarações aos jornalistas, à margem do encontro nacional do programa "Novos Talentos em Matemática", promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, o ministro da Educação e Ciência (MEC) começou por apontar que a reunião de sexta-feira com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) e a Federação Nacional da Educação (FNE) "foi uma reunião normal".

"Ouvimos e identificámos alguns problemas que têm de ser resolvidos, uns mais fáceis e outros mais difíceis. Foi uma reunião normal de exposição de problemas", disse Nuno Crato.

De acordo com o ministro, a equipa ministerial "trabalha há muito tempo para resolver problemas que se arrastam há muitos anos", dando como exemplo o problema dos professores contratados ou as compensações por caducidade, sendo que sobre esta última ressalvou que tem de haver uma análise caso a caso, mas que o MEC cumpre todas as decisões dos tribunais.

"O outro problema que estamos a resolver, e talvez seja por isso que os sindicatos estão particularmente contentes, é o da ocupação dos horários dos professores do quadro", disse.

Confrontado com a contestação dos professores e as manifestações mais recentes, Nuno Crato defendeu que "empolam-se muitas coisas".


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