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Transporte de doentes

Taxistas admitem concentração nacional de protesto

por Lusa  

O presidente da Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio de Almeida, admitiu hoje uma concentração nacional de protesto, caso o Ministério da Saúde não altere o regime do transporte de doentes não urgentes.

Momentos antes do início da marcha lenta de protesto que hoje decorre entre o Parque das Nações e a residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, o responsável afirmou à Lusa que os taxistas vão dar 45 dias para o gabinete de Paulo Macedo rever o modelo de transporte que foi alargado, deixando de incluir apenas táxis e ambulâncias.

Segundo uma portaria recentemente publicada, passou a ser possível que veículos até nove lugares façam o transporte, bastando para isso ter duas placas identificadoras e o seu motorista possuir um curso de suporte básico de vida.

Na marcha de hoje, participam mil taxistas, metade da previsão inicial, uma vez que estão ausentes os profissionais mais afetados pelas novas regras, os da "província", segundo a ANTRAL.

Os taxistas vão entregar hoje um documento com as suas reivindicações ao Ministério da Saúde e pretendem ser ainda recebidos pela comissão parlamentar dos Transportes, na Assembleia da República.


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