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Hospitais aumentaram prazo de pagamento a fornecedores

por Lusa  

Hospitais aumentaram prazo de pagamento a fornecedores
Fotografia © José Mota / Global Imagens

A esmagadora maioria dos hospitais com gestão empresarial está a demorar cada vez mais tempo a pagar aos fornecedores, alguns com atrasos no pagamento cinco vezes superiores aos 90 dias recomendados, segundo dados oficiais.

Segundo o indicador do Prazo Médio de Pagamentos (PMP) divulgado pela Autoridade Central do Sistema de Saúde (ACSS), relativo ao segundo trimestre deste ano, entre as 35 hospitais entidades públicas empresariais (EPE) incumpridoras, 32 aumentaram o prazo de pagamento, uma manteve e apenas duas conseguiram baixar.

Comparativamente com o primeiro trimestre, os dois Hospitais EPE que conseguiram reduzir o PMP foram o Centro Hospitalar do Nordeste, de 450 para 432 dias, e a Unidade Local de Saúde Alto Minho, de 148 para 138 dias.

Entre a esmagadora maioria que atrasou ainda mais os pagamentos, o Hospital do Litoral Alentejano lidera com 499 dias de PMP, seguindo-lhe o Centro Hospitalar de Setúbal (441 dias) e o Centro Hospitalar do Nordeste (432).

No fim da tabela surgem os Institutos de Oncologia do Porto e de Lisboa, com, respetivamente, 133 e 99 dias de PMP, e o Centro Hospitalar Tondela-Viseu, com 96 dias.

A Unidade Local de Saúde da Guarda não sofreu qualquer alteração no seu prazo médio de pagamento do primeiro para o segundo trimestre, mantendo os 170 dias de PMP.

No universo do Setor Público Administrativo (SPA), o maior incumpridor -- com mais dias de PMP -- foi o centro Hospitalar do Oeste Norte, com 387 dias no primeiro trimestre, que ascenderam a 391 no segundo trimestre deste ano.

Segue-se na tabela a Maternidade Alfredo da Costa, com um atraso de 322 dias, e o Centro Hospitalar de Torres Vedras, o único dos SPA que manteve os mesmos dias em ambos os trimestres (319).

O Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge e o Instituto Português do Sangue conseguiram reduzir os dias de atraso nos pagamentos, de 272 para 229 e de 189 para 183, respetivamente.

No fim da tabela, com menor atraso, está o Centro de Histocompatibilidade Norte, mas que ainda assim registou um aumento de dias de atraso para pagamento aos fornecedores, de 82 (abaixo dos 90 de referência) no primeiro trimestre, para 104 no segundo trimestre.

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