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Venda ambulante

Empenho para conseguir vender fruta na rua

 

› "Na primeira reunião [há cerca de um ano], o vereador José Sá Fernandes perguntou--me se a venda de fruta era só uma pretensão minha ou se haveria colegas que estariam interessados, e eu expliquei que era uma coisa desejada por muitos", contou ao DN Filipa Gaspar. A partir daí os vendedores reuniram-se na CML: com a vereadora Ana Sara Brito e o director do Serviço de Abastecimentos João Rodrigues. O primeiro despacho que autorizava a venda de fruta foi emitido a 7 de Maio, mas exigia o pagamento de uma taxa em duplicado (uma licença custa 500 euros por semestre e assim passaria a custar mil), o que não consideravam "justo" uma vez que quando estão, por exemplo, a vender gelados não podem vender mais nada. Em Junho fizeram uma exposição. Em vão. Em Agosto voltaram à carga. E em Outubro "saiu a notificação que autorizava a venda de fruta sem pagamento de taxa extra".


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