Lisboa Sílvia Morais, 32 anos, e advogada há sete, foi mãe pela segunda vez em Setembro. Neste caso - tal como o da primeira filha, há três anos - pôde estar apenas um mês ausente do escritório onde exerce advocacia desde que se licenciou.
"Não tive mais porque não podia estar mais tempo sem ganhar dinheiro." Assume que o benefício de maternidade é "uma ajuda", mas que é "muito pouco". No caso de Sílvia foi de 550 euros: "Deu para comprar as fraldas dos meus filhos", diz, em tom irónico. Por isso mesmo a advogada escolheu agora uma mudança profissional no departamento jurídico de uma empresa de cobranças. "Aqui tenho todas as garantias, um horário de trabalho fixo e se quiser vir a ter um terceiro filho ainda posso estar quatro meses em casa."
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há 217 dias, 19 horas e 52 minutos
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