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NUNO AZINHEIRA

Tempos Universais

por NUNO AZINHEIRA  

1. Na cobertura que a RTP tem vindo a fazer dos Jogos Olímpicos de Londres há um nome incontornável e que, por absoluta injustiça, raramente é citado nos jornais e revistas da especialidade. Falo de Luís Lopes, uma verdadeira enciclopédia viva do atletismo e que, nestas Olimpíadas, tem voltado a confirmar toda a sua competência. Todas as noites, desde que as disciplinas de atletismo entraram em cena nos Jogos, ouvir Luís Lopes na RTP2 é uma experiência. Podemos não perceber nada do lançamento do disco, Luís Lopes percebe. Podemos não saber quem são os favoritos no salto à vara, Luís Lopes sabe. Podemos não conhecer os últimos resultados da carreira de um dado atleta da maratona, Luís Lopes conhece. E a cobertura da RTP nestas Olimpíadas não se mede apenas pela dinâmica de antena, pelos pivôs em estúdio e pelas reportagens em Londres. Quem gosta de desporto, quem segue os Jogos e as suas diversas provas é um tipo de público que sabe o que quer e exige conhecimento. Ter Luís Lopes é verdadeiro serviço público.

2. O caso do erro do Euromilhões, terça-feira na TVI, foi apenas mais um. Como já tinha sido o erro no oráculo do Jornal da Noite, da SIC, que deixou cair o "c" ao nome de Carvalho da Silva, ou, ainda antes, o caso do IVA no golfe que apareceu ilustrado num jornal da RTP com a imagem de um automóvel da marca Golfe. As críticas despertam muito mais atenção do que os elogios. Ninguém escreve a dizer bem, ninguém telefona a elogiar. Mas na hora de arrasar, estamos sempre prontos. E as redes sociais vieram agudizar ainda mais este sentimento muito próprio. Não é português, é universal.


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