por PEDRO MARQUES LOPES
2É do conhecimento geral que as avaliações da Troi-ka à execução do memorando de entendimento têm sido boas. Durante a passada semana o FMI voltou a dizer que tudo corre ás mil maravilhas.
Se bem percebemos, por todos os dados disponíveis, as receitas fiscais diminuíram quando deviam ter crescido, o desemprego subiu para níveis inimagináveis, o financiamento à economia praticamente não existe, as rendas das parcerias público-privadas continuam na mesma e de reformas estruturais, fora a lei das rendas, rigorosamente nada. O défice, esse farol de toda a actividade governamental, esse compromisso que, segundo o Governo, obrigou a medidas que arrasaram por completo a economia, esse desígnio nacional a que tudo tinha de ser sacrificado e que foi anunciado como factor fundamental de avaliação do comportamento do Governo vai ser largamente excedido. O que diz a Troika? Está tudo óptimo! Uma implementação notável, disse o homem do FMI.
Temos, também, um discurso, digamos, curioso: o que diz que como fizemos tudo bem agora "merecemos" ser ajudados. Mas, onde estão as coisas bem feitas que ninguém as vê? Se estivesse a correr mal devíamos ser castigados? É assim, não é? Fizemos tudo bem e os números são os que conhecemos. O que seria correr mal?
A verdade é que estamos perante um gigantesco embuste. A Troika sabe que também errou em toda a linha. Sabe, e não é de agora, que o plano que negociou com os representantes do Governo de então, com o PSD e CDS não está a correr bem e não resultará, muito pelo contrário. A razão para a Troika dizer que está tudo bem, quando todos sabemos que está a correr tudo mal, é simplicíssima: a Troika entrou em modo auto-justificativo. No fundo, a Troika sabe que o falhanço governativo é também o seu próprio falhanço. Sabe que o falhanço do seu aluno dilecto, do bom aluno, é o falhanço de toda uma estratégia, é resultado dum equívoco sobre as origens da crise e da maneira de a resolver.
Não, quase nada está a correr bem, a Troika sabe-o melhor que ninguém.
Evaristo Silva
Pés, é com o que escreves. Quando ...
há 298 dias, 5 horas e 53 minutos
rui
Levantamento popular!? 100 pessoas! ...
há 298 dias, 20 horas e 30 minutos
David Santos
Olá Pedro!A democracia tem meios ...
há 300 dias, 14 horas e 48 minutos
Anónimo
Sobre o diploma de Relvas, e depois ...
há 300 dias, 17 horas e 4 minutos
O País a ARDER e os "Nossos?"representantes ...
há 300 dias, 17 horas e 47 minutos
Primitivos com causa
ALBERTO GONÇALVES
As questões ditas "fracturantes" não me incomodam nada. Incómodas são as criaturas que fazem disso uma forma de vida. Será que não conseguem discutir um assunto sem tentar reduzir os adversários a neandertais...
O pós-'troika'
PAULO BALDAIA
O pós-troika (falta um ano), num país a sério, é levado a sério e, por isso, o Conselho de Estado convocado por Cavaco Silva é muito importante, mas o que este toca-a-reunir parece mostrar é que o compromisso...
Nem a fé nos salva
PEDRO MARQUES LOPES
1- Acreditar nas palavras do primeiro-ministro é, já o aprendemos, um exercício arriscado. Poucos meses bastaram para percebermos que sempre que Passos Coelho apresenta uma medida há uma enorme possibilidade...
Queluz de Baixo
JOEL NETO
1- O que me surpreende, neste diferendo entre Ana Leal e Judite Sousa - e em todo o manto de polémica que ele lançou sobre o universo TVI, ex-colaboradores incluídos -, é que não tenha surgido mais cedo...
Um problema enrolado e fino
FERREIRA FERNANDES
Há povos delicados. Por cá, queixamo-nos da falta de papel (que papel? O papel: pilim), mas os venezuelanos exigem-no mais fino: "A revolução trará para o país 50 milhões de rolos de papel higiénico para...
por Carlos A. da Rosa Leal, Lisboa
O DN está aberto à participação dos leitores. Use o email jornalismodecidadao@dn.pt para publicar online os seus artigos, fotos ou videos. Publique os seus SMS usando o número 96 100 200
Nota: Os comentários deste site são publicados sem edição prévia e são da exclusiva responsabilidade dos seus autores. Consulte a Conduta do Utilizador, prevista nos Termos de Uso e Política de Privacidade. O DN reserva-se ao direito de apagar os comentários que não cumpram estas regras. Receber alerta de resposta - será enviado um alerta para o seu e-mail sempre que houver uma resposta ao seu comentário. Aparecer como anónimo - os dados (nome e-mail) são ocultados. Os comentários podem demorar alguns segundos para ficarem disponíveis no site.
Utilizador Registado Utilizador Não Registado
Apenas despedimentos
Tudo normal
O irregular funcionamento das instituições
Nem maioria, nem Governo, nem Presidente
Consensos?
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Consagração de Jackson com duas águias no pódio
Confira o que cada equipa pode conquistar hoje
FC Porto ou Benfica: um deles será hoje campeão
Só o Benfica deu a volta na última jornada
Portugal caminha para uma "crise de regime", diz Seguro
Dinamarca conquista Festival Eurovisão da Canção
Marido assassina mulher com caçadeira em Ourém
Automobilista morre em queda de falésia no Algarve
Carro atropela multidão numa parada causando 60 feridos
Riverside de Glasgow é o Museu Europeu do Ano
Belenenses vence e ergue troféu na última jornada
Seguro diz que Governo nem para cair é competente
CGTP-IN recusa negociar corte de 4%
Marques Mendes culpa banqueiros pela crise
Seguro acusa Governo de lançar medo entre portugueses
Número de desempregados licenciados aumentou 32,1%
Manuel Clemente toma posse dia 7 de julho
Quem acredita que vai ser campeão nacional de futebol?
Movimento Híper Saudável
Um estudo de proporções oceânicas no seu jornal
Mas antes, é preciso escolher o Professor do Mês.
Todas as Iniciativas DN