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Ronaldo desafiou a sorte

por

MANUEL QUEIROZ

JORNALISTA  

Cristiano Ronaldo acabou jogo a chorar no relvado

A primeira final inglesa da Liga dos Campeões e também a primeira que começou num dia e acabou no outro - pela hora de Moscovo - acabou nos penáltis e com mais sorte para o Manchester, que ganhou a terceira Liga dos Campeões, enquanto o Chelsea, na sua primeira final, acabou derrotado.

Um final dramático porque Ronaldo depois de ter inaugurado o marcador, falhou o seu penálti, e só no que devia ser o último é que pôde respirar - Terry escorregou e, apesar de ter rematado para o lado certo, a bola acabou fora de campo. Depois foi Anelka que falhou e o Manchester United marcou seis penáltis contra cinco. Neste momento surgiu uma das imagens fortes do desafio: Ronaldo deitado no relvado a chorar.

Esta foi uma final que teve de quase tudo e até a expulsão de Drogba já na segunda parte do prolongamento, por uma estaladinha a Carlos Tevez que o árbitro-assistente viu. Mas o jogo do Estádio Luzhniki, sob chuva insistente - muito britânica - teve algum futebol entre duas equipas fortes e de estilos diferentes: mais finura técnica no Manchester, mais poder físico no Chelsea. Os azuis começaram melhor as duas partes, mas na primeira as grandes jogadas foram dos homens de Ferguson, que conseguiam pelos flancos abrir a fortíssima defesa liderada por John Terry. Cech, com duas grandes defesas na mesma jogada, evitou o 2-0 (34') depois de antes Cristiano Ronaldo ter feito um grande golo de cabeça que tinha dado a liderança no marcador. O Chelsea acabaria por empatar com sorte sobre o último minuto da primeira parte - um remate de Essien resaltou em Scholes, bateu nas costas de Ferdinand e ficou à mercê de Lampard, que não falhou.

A final não teve um dono - teve uma equipa que dominou mais e atirou uma bola ao poste e outra à trave (Drogba e Lampard, este já aos 4' do prolongamento) e outra que desenhou as melhores jogadas, por Rooney e Ronaldo. No todo, o poder físico do Chelsea foi mais importante que a qualidade técnica do jogo do Manchester, até porque no seu estilo o Chelsea se desorganiza menos. Mas nos pontapés da marca de grande penalidade, a sorte sorriu aos homens de Ferguson que assim melhorou um currículo ainda curto na Europa.


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