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sociedade

Nova técnica cura sinusite só em 30 minutos

por

JOSÉ MANUEL OLIVEIRA (TEXTO)

MIGUEL VETERANO JR (FOTO)  

Técnica cirúrgica inovadora criada, em 2005, nos EUA foi agora aplicada pela primeira vez no Hospital do Barlavento, em Portimão. É a quinta operação em Portugal em três meses.

É uma técnica cirúrgica inovadora no tratamento da sinusite crónica, criada em 2005 nos Estados Unidos, onde o problema atinge um em cada sete adultos por ano, existindo neste momento já cerca de 31 milhões de pessoas afectadas.

Em Portugal, onde não há estatísticas a esse nível, a nova técnica foi aplicada pela primeira vez, há três meses, no Hospital da Ordem da Lapa, no Porto, e mais recentemente nos Hospitais Privados de Portugal, também naquela cidade, beneficiando um total de quatro doentes. A essa cirurgia pioneira juntou-se, na sexta-feira, o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio, em Portimão, numa intervenção de apenas 30 minutos a cargo do especialista em Endoscopia Endonasal, Ilídio Cabrita Gonçalves, de 53 anos (ver entrevista), que assim fez a sua estreia, depois de "ter treinado a nova técnica" com vários colegas portugueses, há oito meses, na cidade de Stanford, nos EUA.

Nesta primeira operação do género no Sul de Portugal, coube ao paciente Vítor Carvalho, de 48 anos, inaugurar a nova técnica inovadora, depois de uma operação mal sucedida em Toulouse, no Sul de França. O único factor reconhecido pelos próprios clínicos como um obstáculo é o elevado custo: 1800 euros.

Neste método, que permite ao paciente ter alta no próprio dia ou no seguinte à intervenção, são utilizados cateteres com balões para dilatação dos orifícios sinusais, permitindo uma melhor ventilação e drenagem dessas cavidades. Os dispositivos usados na cirurgia são pequenos, flexíveis e suaves, o que facilita a abertura da obstrução provocada pela sinusite. Segundo os especialistas, trata-se de um sistema "não invasivo, com elevado grau de segurança, sem hemorragia ou outras sequelas associadas e não limitativo das opções do tratamento e/ou de outras técnicas cirúrgicas, caso o doente tenha uma doença mais grave ou progressiva". Ainda não existem listas de espera para aquele tipo de intervenção cirúrgica. É que, como explicou ao DN o clínico Ilídio Gonçalves, "esta técnica também não dá para todos os casos de sinusite. Só para a sinusite frontal, feneiral e maxilar".


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