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economia

"Não podemos reprimir salarialmente os funcionários"

por

RUI HORTELÃO, VÍTOR MARTINS, ANTÓNIO PEREZ METELO, RUDOLFO REBÊLO

PAULO SPRANGER (Foto)  

ENTREVISTA: Teixeira dos Santos

Para os aumentos salariais na função pública o pontapé de partida para 2008 começa nos 2,1%. Para o sector privado qual deverá ser o patamar?

Terá de existir uma política salarial realista, salvaguardando o interesse dos trabalhadores, mas também tendo a preocupação de não deteriorar os factores de competitividade da nossa economia...

A contratação colectiva no privado está neste momento em 3,1%. Isto é compatível com o andamento da economia?

Creio que é realista, como valor médio, mas não é uma bitola igual para todos os sectores. Diria que este ano esse número estaria relativamente alinhado com as expectativas que temos para a inflação e para o crescimento da produtividade.


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