por
Cátia Almeida
Em 1995, a Queijo Saloio era uma empresa familiar. Fabricava apenas um tipo de produto e canalizava 90% das suas vendas para o comércio tradicional. Doze anos passados, depois de ter sido adquirida por um fundo de investimento do Banco Espírito Santo (e posteriormente fundida com a Barral), a empresa tem um largo portfólio de artigos, factura três vezes mais, exporta para vários mercados e aposta fortemente na inovação, estando agora a patentear um produto a nível mundial. Ocupa o terceiro lugar do mercado nacional, atrás de dois gigantes: a multinacional Bel e a Lactogal.
Ao nível das exportações, área que a Queijo Saloio quer desenvolver este ano, a empresa acaba de fechar acordos com duas cadeias americanas, a All Foods e a Wegmans, perspectivando um "grande salto" nas vendas para os Estados Unidos. "Até agora vendíamos para uma loja gourmet em Nova Iorque e uma pequena quantidade para a All Foods. Com o novo acordo, vamos vender mais referências e mais quantidades para esta cadeia. Quanto à Wegmans, vamos iniciar as vendas agora", afirmou ao DN Clara de Moura Guedes, administradora-delegada da Queijo Saloio.
Outro dos mercados que deverá desenvolver-se este ano é o alemão, através da Metro (Makro em Portugal) e, "em princípio", também através da Lidl, com quem a empresa trabalhou no ano passado. De resto, a Saloio quer aumentar as exportações nos países onde já está presente: França, Luxemburgo, Inglaterra, Holanda, Suíça, Angola e Macau. Apesar da diversidade de mercados, as vendas para o exterior apenas representam 3% dos 25 milhões de euros de facturação da empresa. Este ano, o objectivo é duplicar.
No mercado interno, há também espaço para crescer. Com um consumo de queijo per capita de 10,2 quilogramas por ano, os portugueses estão bastante abaixo dos 27 quilogramas da Grécia e dos 24 da França. Quanto aos tipos preferidos, o flamengo é claramente o mais adquirido pelos portugueses. A produção da Queijo Saloio é feita em duas fábricas. A maior situa-se perto de Torres Vedras, onde trabalham 80 pessoas em cinco linhas de produção. A outra unidade está localizada em Abrantes, tem 50 empregados e uma linha de produção. A capacidade das fábricas tem sido sucessivamente aumentada, à medida que sobem as vendas da empresa.
Saloio Profissional
Assembleia recomenda nova fase de candidaturas a bolsas
Jesus: "Aimar é um exemplo todos os dias"
PCP acusa Relvas de se "intrometer" nas competências da AR
Jesus exclui Yannick e aponta Nélson ao Euro 2012
Vítor Pereira critica calendário das seleções nacionais
Assunção Esteves: "daria a vida para vos ver sempre falar assim'
Marines posam com bandeira nazi no Afeganistão
Idosos sobreendividados por ajudar filhos de meia-idade
BE e PCP criticam Gaspar, PSD não entende polémica
Passos diz que políticos portugueses não são bem pagos
FBI divulga ficheiro secreto sobre Steve Jobs
Circulação normalizada na linha azul do metro
80 mil abortos 'por opção' desde 2007, 13 mil reincidentes
Gestores da TAP, RTP e CGD escapam a tetos salariais
Aborto "foi convertido em método contracetivo"
O homem que recusou saudar os nazis
Se Passos não vem à AR "alguma coisa quer esconder"
Ajustamento do plano de ajuda financeira a Portugal é inevitável?
Feira do Livro
Guia Indispensável do Emprego
O número de leitores do DN aumentou 27%
Todas as Iniciativas DN