por
Catherine Hours*
O bife com batatas fritas voltou a estar na moda em Nova Iorque. Mas o seu preço pode chegar aos 800 euros para quem for um apreciador incondicional. Fora de moda estão as steakhouses, tradicionais estabelecimentos onde os pratos são servidos sobre grossas toalhas brancas. Deram agora lugar aos steak-lounges, onde os bifes se degustam num ambiente moderno, com luz suave, no qual se pode provar o Rolls Royce da carne de vaca: o waygu.
No país da carne e do barbecue, é uma raça japonesa que veio renovar o prato nacional. Depois de os EUA tornarem a autorizar as importações do Japão, no final de 2005, o waygu, ou "bife de Kobe", ornamenta os menus, quando não é ele próprio o tema do restaurante. O entusiasmo é tal que o Nello, restaurante italiano da Madison Avenue, pode levar 600 euros por um prato com 450 g de way- gu, acompanhado por "batatas fritas italianas". A versão com trufas brancas ultrapassa os 800 euros.
Segundo o gerente, John Simion, o Nello recebe do Japão, pelo menos uma vez por mês, lotes de 12 peças de carne. "Avisamos os nossos clientes e vendemos tudo em três ou quatro dias." Segundo diz, Ivana Trump adora. Mickey Rourke também, chegando a ir lá duas noites seguidas. "É esplêndido, nem parece um steak", disse o actor à New York Magazine. O segredo deste bife é o seu gosto intenso, que parece derreter-se na boca, graças à gordura uniformemente repartida pela carne.
De início interdita por causa da doença das "vacas loucas", esta carne permaneceu banida nos EUA durante quatro anos, até Tóquio levantar o seu próprio embargo sobre a carne americana. Terminada a querela, os ricos nova-iorquinos parecem ter encontrado o seu foie gras, sem a controvérsia do método de produção, diz Jeffrey Chodorow, dono de vários restaurantes.
E o preço não importa, nesta época de grandes ganhos para os golden boys de Wall Street. Afinal, Nova Iorque não inventou a omelete de mil dólares com caviar sevruga e uma lagosta inteira (que continua a ser servida no Hotel Parker-Méridien)?
"Vergonhoso" não haver taxa para aborto recorrente
PSD e CDS afastam possibilidade de revisão da lei do aborto
Galp com lucros de 251 milhões de euros em 2011
Banca e Galp provocam sessão negativa da bolsa de Lisboa
Excesso de confiança na tecnologia afeta vida social
Passos diz que políticos portugueses não são bem pagos
Idosos sobreendividados por ajudar filhos de meia-idade
1500 polícias desistem da farda em três anos
UE impõe condições para Grécia obter resgate
"Somos portugueses, mas não somos baratinhos"
Seguro exige explicações de Passos sobre ajuda externa
Reajustamento da ajuda não está em cima da mesa
Santana para Rosas: "Salazar é a sua tia!"
80 mil abortos 'por opção' desde 2007, 13 mil reincidentes
Gestores da TAP, RTP e CGD escapam a tetos salariais
Schulz justifica-se em português no Twitter
Ahmadinejad convida Bento XVI a visitar o Irão
Se Passos não vem à AR "alguma coisa quer esconder"
Ajustamento do plano de ajuda financeira a Portugal é inevitável?
Feira do Livro
Guia Indispensável do Emprego
O número de leitores do DN aumentou 27%
Todas as Iniciativas DN