Publicidade
Diário de Notícias Diário de Notícias


economia

Empresas podem desenvolver projectos nacionais de biotecnologia

por

Ana Suspiro  

Há vários projectos e linhas de investigação desenvolvidas por instituições portuguesas na área da biotecnologia que têm interesse para as empresas e indústrias nacionais. Esta é uma das principais conclusões de um estudo promovido pela Cotec (Associação Empresarial para a Inovação) e pela Fundação Luso-americana para o Desenvolvimento (FLAD) para avaliar o contributo da biotecnologia na produtividade e competitividade de várias indústrias nacionais.

O documento, que vai ser hoje apresentado, analisou cerca de 300 projectos, tecnologias e linhas de investigação desenvolvidas sobretudo em Portugal, mas também no estrangeiro, que têm um potencial de desenvolvimento por parte de empresas portuguesas. Segundo explicou ao DN Arantes e Oliveira, coordenador do estudo, o trabalho decorreu durante quase 12 meses e centrou-se em cinco actividades relevantes da indústria nacional (ambiente, energia, têxteis, floresta e alimentação e bebidas).

Dentro destes sectores, os responsáveis pelo estudo trabalharam directamente com oito grandes empresas nacionais - EDP, Galp, Portucel, Grupo Amorim, Lameirinho, Têxteis Manuel Gonçalves, Efacec e Unicer na identificação e avaliação de projectos ou tecnologias já em desenvolvimento na área da biotecnologia, com potencial para vir a interessar e a ser desenvolvidas pelas empresas. De acordo com Arantes e Oliveira, foram identificados cinco a 10 projectos ou linhas de investigação, todos desenvolvidos em Portugal, que permitiam responder a necessidades específicas das empresas, quer ao nível da resolução de problemas, quer como área com potencial de desenvolvimento para o futuro, como os biocombustíveis, que foram um dos casos analisados.

Estas tecnologias estão a ser de-senvolvidas maioritariamente em instituições públicas ligadas ao meio académico, como as universidades, institutos ou laboratórios do Estado.

Se num estudo piloto foi possível identificar estes projectos, Arantes e Oliveira acredita que num trabalho mais exaustivo será possível encontrar muito mais biotecnologia que esteja a ser desenvolvida a nível nacional e que tenha interesse para a indústria portuguesa, embora seja muito difícil quantificar o potencial associado a esta área de actividade. Embora não existam números rigorosos, o investimento em biotecnologia em Portugal é muito baixo, uma situação que se explica também porque a obtenção de resultados é a médio e longo prazo.


Ler Artigo Completo(Pág.1/2) Página seguinte
Patrocínio
 
0Visualizações
0Impressões
0Comentários
0Envios
Ferramentas

Enviar por EmailEnviar por EmailPartilharPartilhar
ImprimirImprimir
Aumentar TextoAumentar TextoDiminuir TextoDiminuir Texto

FERRAMENTAS
 
  • Enviar por EmailEnviar
  • PartilharPartilhar
  • ImprimirImprimir
  • Comentar este ArtigoComentar este Artigo
  • Aumentar TextoAumentar Texto
  • Diminuir TextoDiminuir Texto
 
PARTILHAR NOTíCIA
 

Especiais

Recuar
Avançar
PUBLICIDADE

Provedor do Leitor
Epaper
Feira do Livro


PATROCÍNIO
sondagem

Inquérito DN

Ajustamento do plano de ajuda financeira a Portugal é inevitável?

Sim
Não
Votar  Ver Resultados




DN

Revistas de Imprensa

Revistas de Imprensa

Portugal

Grande Entrevista

Grande Entrevista

Desporto

Todas as notícias

Todas as notícias