por
Sonia Correia dos Santos
Diana Quintela (foto)
Sente que já tem todas as condições reunidas para desempenhar este cargo pioneiro na rádio portuguesa?
O que é que lhe falta para sentir que está no caminho certo?
Nunca se tem. Lembrava-me que esta era uma empresa pesada, que demora de mais a organizar-se e estruturar-se. Ainda por cima, venho de 11 anos de empresas privadas. Por isso, vejo com alguma dificuldade que tudo tenha que seguir percursos burocráticos. Depois, há também a falta de condições próprias, porque tenho as minhas dúvidas.
É a máquina estar em perfeito andamento e ter o programa no ar. Isso vai definir ritmos que são inexoráveis. Mas como gosto de trabalhar sob tensão, vai induzir a uma racionalidade e uma prática mais ágil do que as dúvidas todas.
Terá a seu cargo a avaliação de sete estações de radiodifusão. É uma guitarra com demasiadas cordas?
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