por
Hugo Bordeira
Londres
Um ano depois dos atentados, Londres viveu ontem um dia de homenagens. O trânsito nas ruas era intenso, a agitação nos transportes também, os estabelecimentos comerciais estavam apinhados de gente e sentia-se o burburinho próprio de uma cidade habitada por oito milhões de pessoas. Mas os londrinos não ficaram indiferentes ao reencontro com as feridas do passado recente.
O presidente da Câmara de Londres, Ken Livingstone, e a ministra da Cultura, Tessa Jowell, estiveram às 08.50 na estação de metro de Kings Road, onde, em silêncio, depositaram flores num pequeno memorial às 52 vítimas mortais dos quatro atentados de há um ano. À sua volta, dezenas de pessoas acompanhavam esta homenagem.
Foi aqui, na linha de Picadilly entre Russel Square e King's Cross, que Germaine Lindsay detonou a terceira bomba, matando 26 pessoas e ferindo 340. Na altura, o reverendo Nicholas Wheeler estava na paróquia de Old Saint Pancras, quando a explosão o levou a acorrer ao metro para ajudar a resgatar os feridos e sobreviventes. "Esta zona é muito diversificada e na altura vi muitos jovens das mais variadas origens solidários naquela hora de aflição", relembra ao DN.
Poucos segundos antes, já tinha havido duas explosões: a primeira provocada por Shehzad Tanweer, na Circle Line, entre as estações de Liverpool Street e Aldgate, que matou sete pessoas e feriu mais 171; a segunda foi espoletada na Circle Line por Mohammad Sidique Khan, pouco antes de o comboio chegar à paragem de Edgware Road, deixando seis mortos e 163 feridos.
O último engenho explodiu às 09.47, ao lado de Travistock Square, onde será erigido um memorial. Hasib Hussain, último suicida, estava no piso superior do autocarro quando detonou a derradeira bomba, levando consigo 13 pessoas e ferindo outras 110. O laço comum entre os bombistas, todos britânicos aparentemente integrados, era o islão. O que levanta a eterna questão: porquê?
José Graça é candidato à concelhia do PSD de Loulé
Carnaval é "batalha perdida para o Governo", diz Marcelo
Feira do sexo quer ser "mais didática"
Dados europeus desmentem subida de abortos em Portugal
Quebra de 20 por cento nas dádivas de sangue
Alemanha pronta para flexibilizar plano português
Santana para Rosas: "Salazar é a sua tia!"
O homem que recusou saudar os nazis
Príncipe Harry coroado "Top Gun"
Encontradas jóias no valor de 7 milhões de euros
Margarida Blasco é a nova polícia dos polícias
Senhorio obrigado a realojar em caso de obras
80 mil abortos 'por opção' desde 2007, 13 mil reincidentes
Gestores da TAP, RTP e CGD escapam a tetos salariais
Ministro: Empresas de transportes arriscam falência
Aguiar-Branco diz que responde a dirigentes partidários
Schulz justifica-se em português no Twitter
Pensa que os militares têm razão nas reivindicações que fazem ao Governo?
Feira do Livro
Guia Indispensável do Emprego
O número de leitores do DN aumentou 27%
Todas as Iniciativas DN