O Consulado do Brasil no Porto recebeu numerosos telefonemas de conhecidos, amigos e compatriotas do sem-abrigo morto no passado fim-de-semana, num prédio abandonado na Avenida Fernão de Magalhães, no Porto.
Uma funcionária do consulado disse ao DN que nenhuma destas pessoas deixou qualquer tipo de contacto.
"Não ficamos com nenhuma morada ou telefone." Isto apesar de o objectivo das pessoas que contactaram o consulado ter sido proporcionar um funeral digno à vítima.
No entanto, na representação diplomática do Brasil no Porto, sem excluir a possibilidade de apoiar nas despesas do funeral, estão ainda, em conjunto com as autoridades, a verificar a nacionalidade de Gisberta. "Temos que confirmar se de facto é cidadão brasileiro", disseram.
Durante todo o dia de ontem, inúmeras pessoas que conheciam a vítima acorreram à delegação do Porto do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML), onde está depositado o corpo. Amigos e conhecidos que se mostraram dispostos a realizar o funeral de Gisberta.
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