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São Tomé e Prícipe

Vacina da febre-amarela já não é obrigatória para europeus

 

O Governo são-tomense levantou aos cidadãos europeus a obrigatoriedade do certificado de vacinação contra a febre-amarela como condição para a obtenção de vistos para entrar em São Tomé e Príncipe, justificando que é preciso atrair mais turistas.

"Decidimos que os turistas que querem entrar em São Tomé, se vêem da Europa, não têm necessariamente de ser submetidos a vacinação. Podem vir, que no aeroporto não lhes será pedido o certificado dessa vacina, nem tão pouco nas embaixadas", disse à Lusa o ministro da Saúde.

Arlindo de Carvalho referiu ainda que "algumas pessoas" estão a interpretar "erradamente" o comunicado do Governo tornado público na semana passada, pois que a restrição não foi totalmente levantada.

A obrigação do certificado de vacina da febre-amarela, explicou o ministro, continua a ser aplicada a cidadãos oriundos de regiões consideradas endémicas.

Apesar do fim da obrigatoriedade para cidadãos europeus, o Governo são-tomense continua a recomendar que, caso passem pela zona continental de África, sejam submetidos à vacina.


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